Ao longo da história da humanidade as formas de trabalho foram sofrendo mudanças metodológicas e tecnológicas que impactaram na criação e extinção de diversas funções laborais.

Quer saber como será o ambiente de trabalho do futuro? Então, vamos começar fazendo uma retrospectiva para contextualizar o mundo do trabalho. Acompanhe!

1. A dinâmica do mundo do trabalho desde os primórdios

No passado remoto, o trabalho era fundamentado nos processos agropastoris, nos quais prevaleciam as atividades braçais. Com a revolução industrial, a força de trabalho migrou do campo para as indústrias e as máquinas foram incorporadas ao trabalho, gradativamente.

Com a evolução da tecnologia da informação e comunicação, os trabalhos manuais e repetitivos foram aos poucos sendo substituídos por tarefas automatizadas em programas de computador.

As atividades mais braçais, perigosas ou que requeriam maior precisão, passaram a ser executadas por máquinas robustas ou robôs teleguiados.

A chegada da era da informação trouxe novas mudanças, a gestão dos negócios ficou mais dinâmica e competitiva, exigindo profissionais com perfil proativo e empreendedor, favorecendo a transformação digital e implodindo as estruturas hierárquicas e processuais rígidas e inflexíveis.

A evolução tecnológica constante e incansável vem trazendo mudanças contínuas no cenário empresarial, agregando novos recursos tecnológicos aos processos, reduzindo barreiras de comunicação e simplificando os fluxos de trabalho.

Quer saber as novidades sobre o futuro do trabalho no Brasil e no mundo? Então fique atento às tendências irreversíveis que vamos apresentar.

2. Freelancers, ambientes remotos e home office

A internet viabilizou o trabalho em ambientes remotos — sistemas informatizados e plataformas de serviços — instalados em localidades geográficas distantes do usuário, porém acessíveis a um clique.

Os ambientes remotos asseguraram a mobilidade corporativa — as empresas passaram a funcionar sem barreiras físicas, nem geográficas ou de horário — o que permitiu a flexibilização dos vínculos de trabalho, emergindo no cenário organizacional o profissional freelancer e de home office.

Esses profissionais trabalham fora das instalações da empresa, em horário adequado às necessidades pessoais e da organização — em equilíbrio de interesses, resolvendo todas as tarefas via internet, operando sistemas e plataformas colaborativas de maneira remota.

2.1. Qual é a diferença entre um freelancer e um trabalhador de home office?

O freelancer é um profissional adequado para realizar projetos que tem duração limitada, com uma dinâmica de multifuncionalidade e colaboratividade intensa.

Já o profissional de home office é apropriado para atividades de caráter contínuo e cujas tarefas sejam mais individualizadas e com poucas interfaces com outras pessoas.

Mas, a principal diferença entre ambos é o regime de trabalho. O primeiro não tem qualquer vínculo empregatício e o segundo é contratado de acordo com a regulamentação da CLT.

2.2. Quais os ganhos desta nova relação de trabalho?

O ganho principal é de produtividade, pois o colaborador não tem que se deslocar de casa para o trabalho e não sofre o estresse dos engarrafamentos de trânsito. Consequentemente, fica mais tranquilo e relaxado e tem um desempenho melhor.

O tempo que o colaborador deixou de gastar com deslocamento pode ser usado para melhorar sua qualidade de vida — estudar e aprimorar conhecimentos, fazer atividades físicas, desfrutar da companhia de familiares e amigos ou fazer qualquer outra coisa que lhe traga alegria e/ou realização pessoal ou profissional.

Essa nova relação trabalhista facilita o recrutamento de pessoas capacitadas e com o perfil ideal para a sua empresa, estando elas em qualquer parte do Brasil ou do resto do mundo.

Outro ganho, não menos expressivo, é o de redução de custos, a empresa pode passar a ter escritórios menores, com espaço apenas para trabalhos presenciais e eventuais reuniões entre equipes e com clientes.

O meio ambiente também ganha, pois a redução dos deslocamentos e a realização de tarefas em meio virtual diminui os gases poluentes da atmosfera e o consumo de papel.

2.3. Como trazer este futuro do trabalho para o presente da sua empresa?

Se engana quem pensa que esse futuro do trabalho está longe e inacessível para a maioria das empresas. Ele já é uma realidade em diversas corporações de vanguarda.

Com a computação em nuvem, os custos de instalação e manutenção de uma infraestrutura de informática de ponta caíram significativamente. Viabilizando a implantação do trabalho em home office e com freelancers.

Dispor de um ambiente remoto, com um bom sistema de gestão (ERP), aplicativos e plataformas de serviços personalizados, ficou ao alcance de organizações de todos os portes.

3. Ferramentas colaborativas

O futuro do trabalho é colaborativo, uma diversidade de pessoas em diferentes localidades, da mesma empresa ou de empresas diferentes, interagindo na realização de um projeto específico.

Esse tipo de trabalho exige ferramentas tecnológicas que integrem as pessoas e viabilizem a manutenção de algumas premissas:

  • organização e priorização das tarefas;
  • distribuição das responsabilidades;
  • coordenação dos esforços das equipes;
  • gestão do tempo, dos custos e do progresso do projeto;
  • realinhamento das tarefas para correção de desvios;
  • apuração de indicadores de desempenho específicos e individuais por colaborador.

As ferramentas colaborativas — geralmente aplicativos de gestão de projetos — podem ser acessadas em qualquer dispositivo computacional (smartphone, tablet, notebook, computador de mesa) com acesso à internet.

Por meio delas, cada colaborador (interno ou externo) contribui com sua parcela de conhecimentos e habilidades e é monitorado em seu desempenho de forma remota.

O que une estas pessoas em torno de um projeto não é apenas sua competência profissional e os recursos tecnológicos disponibilizados, é a crença na cultura e nos objetivos da organização que está por trás dele. Esse é o ingrediente agregador, que gera sinergia na equipe.

4. Organização horizontal: diga olá para a holocracia

As empresas do futuro vão deixar de lado a estrutura hierárquica rígida e verticalizada, passando a adotar a holocracia — forma de administrar uma empresa de maneira horizontalizada, em que a autoridade é distribuída sem depender de postos de comando. Na qual cada profissional faz a sua autogestão.

A holocracia favorece a agilização do processo de tomada de decisão e torna a empresa mais proativa em relação aos desafios e expectativas do mercado. Nela, os colaboradores assumem papéis multifuncionais, que podem variar de projeto para projeto.

Essa metodologia de gestão organiza a empresa em torno do trabalho a ser realizado, em vez de em torno da pessoa que vai realizá-lo.

Nesse contexto, os indivíduos são encorajados e empoderados a liderar a si próprios e a tomar decisões que atendem ao propósito da organização de forma equilibrada.

Mas, não pense que é uma estrutura desgovernada. Ela segue regras de negócios muito claras — são definidos os níveis administrativos e a missão de cada colaborador, assim como o grau de autonomia que terá para editar documentos, interagir com aplicativos, tomar decisões, dentre outras possibilidades — e que devem ser respeitadas por todos.

As ações individuais são coordenadas em reuniões táticas e estratégicas, para realinhamento de objetivos e solução de problemas. É o momento em que cada colaborador deve prestar contas dos resultados alcançados.

Esse ambiente funcional promove a criatividade, a colaboração entre pessoas e equipes e traz à tona novas oportunidades de rearranjos físicos e estruturais à medida que cada projeto evolui.

5. Mudanças (sem volta) nos Recursos Humanos

A gestão de Recursos Humanos está vivendo um turbilhão de mudanças, grande parte advinda das novas tecnologias e mídias sociais, assim como da constante inovação dos modelos de negócios.

Cada vez mais, a gestão de Recursos Humanos vem ganhando uma posição estratégica, voltada para ajudar a empresa a ser bem-sucedida em alcançar seus objetivos.

As mídias sociais se tornaram canais de recrutamento e seleção de pessoas e ferramentas de análise de perfil dos candidatos.

As plataformas colaborativas e os sistemas com acesso remoto ampliaram os horizontes geográficos dos processos seletivos de pessoal, viabilizaram entrevistas via videoconferência e facilitaram a busca por talentos alinhados com as expectativas das empresas.

O advento do trabalho freelancer e em sistema de home office, mudou a dinâmica de distribuição de tarefas e responsabilidades, conferiu maior autonomia aos profissionais e estabeleceu a gestão remota de desempenho dos profissionais.

Já o controle de banco de horas e da jornada de trabalho dos empregados que trabalham em regime convencional também se valerá de aplicativos online.

Além disso, a chegada das novas gerações ao mundo corporativo está causando um verdadeiro terremoto nas estruturas hierárquicas rígidas e engessadas de outrora e na dinâmica de retenção de talentos.

As novas gerações gerenciam suas próprias carreiras e não se fidelizam às empresas, somente aos seus propósitos. Eles buscam maior autonomia na gestão das tarefas e recursos tecnológicos para suporte ao trabalho.

6. Big Data, IoT e informações em tempo real

A gestão de grandes volumes de informações armazenadas em bases de dados locais e remotas, mídias sociais e internet — tecnologia de análise de dados denominada Big Data — está mudando o cenário de análises de dados para geração de informação qualificada sobre fatos e tendências de negócios.

O principal objetivo do Big Data é coletar informações de múltiplas fontes — bases de dados estruturadas e não estruturadas, perceber seus padrões de comportamento e combiná-las para gerar informações úteis para alavancar negócios.

O Big Data realiza tarefas de análise de dados totalmente inconcebíveis para o ser humano, poupando-lhe muito trabalho e tempo e fornecendo-lhe subsídio informativo para:

  • mapear o comportamento do consumidor e descobrir novas formas de atrair seu interesse;
  • melhorar a experiência de compras do consumidor no e-commerce;
  • rastrear as ações comerciais e de marketing da concorrência;
  • reduzir custos;
  • detectar fraudes e melhorar os mecanismos para preveni-las;
  • levantar dados estatísticos da indústria, comércio e esportes, dentre inúmeras outras possibilidades.

O Big Data torna a tomada de decisão mais profissional, pois combina fontes de dados que antes eram incompatíveis devido a diferenças de linguagem computacional, plataforma e mídia de suporte.

Ele quebra todas essas barreiras que impediam o profissional de ter uma visão panorâmica dos assuntos empresariais e entrega de bandeja as melhores informações possíveis para a gestão dos negócios.

Já a internet das coisas — IoT (Internet of Things) — está permitindo gerenciar máquinas e equipamento de maneira remota, com monitoramento por vídeo e comandos via aplicativos baseados na internet.

A IoT já está presente nos sensores presentes em semáforos inteligentes, ônibus e trens urbanos, câmeras de vigilância pública e redes elétricas do tipo Smart Grid, que captam dados e transmitem via internet para centrais de processamentos de dados, que geram informações em tempo real sobre o trânsito, a segurança pública e a eficiência energética.

Todo esse aparato substitui o trabalho e o deslocamento de pessoas para coleta de dados.

Os equipamentos autônomos — aparelhos conectados à internet que funcionam com pouca ou nenhuma intervenção humana — são a melhor demonstração de IoT. Alguns exemplos são:

  • aparelho de PABX inteligente, com URA — Unidade de Resposta Audível, em que a máquina interage com o interlocutor, assumindo o papel da telefonista;
  • automóveis autônomos que não precisam de motorista;
  • robôs que fazem montagem industrial.

Qualquer objeto com a tecnologia IoT poderá ser comandado por meio do envio de mensagem (SMS) via celular, no momento mais oportuno para o seu proprietário.

Outra faceta da IoT é o machine learning (aprendizagem da máquina), tecnologia que está desenvolvendo habilidades humanas nas máquinas para que realizem tarefas com maior precisão do que uma pessoa natural faria.

O ícone do machine learning é o computador Deep blue que venceu o campeão mundial de xadrez Kasparov em uma competição entre máquina e pessoa.

Tanto o Big Data quanto a IoT processam os dados com grande velocidade, o que permite gerar informações em tempo real para consulta online, geração de gráficos, tabelas dinâmicas e painéis de indicadores.

Agora não é mais necessário ter diversos colaboradores, passando dias e dias atrás de planilhas eletrônicas, digitando dados, criando fórmulas e macros para realização de cálculos e gerando gráficos. Para, muitas vezes, chegar a informações imprecisas e/ou incompletas. Tudo isto é feito em um piscar de olhos pelo Big Data e a IoT.

7. Inteligência artificial

Quando um dispositivo artificial — computador ou robô — manifesta habilidades cognitivas e ações racionais semelhantes às do ser humano, estamos falando de inteligência artificial. Os usos mais comuns da inteligência artificial são:

7.1. Raciocínio lógico

Está presente nos programas de computador capazes de seguir regras lógicas para análise de dados disponíveis e tomada de decisão.

Um exemplo clássico é o do computador que sabe jogar xadrez, seguindo as regras do jogo e fazendo avaliações puramente racionais das jogadas do adversário.

7.2. Lógica difusa

O dispositivo artificial consegue estabelecer uma escala de possibilidades de eventos. Por exemplo, determinação da temperatura atribuindo valores como: quente, frio, morno, muito quente etc.

7.3. Análise e sintetização de voz

É comumente percebida no atendimento eletrônico dos bancos, em que o computador analisa e interpreta a voz do interlocutor e conversa com ele por meio da sintetização de voz — faz perguntas, responde, orienta, seguindo regras de negócio padronizadas.

7.4. Visão computacional

É aplicada, por exemplo, nos veículos automotivos autônomos, tais como o carro da Google e nos robôs de serviço — industriais ou domésticos.

São dispositivos capazes de visualizar imagens e detectar eventos, reconhecer objetos e pessoas, assim como saber como agir diante de cada situação percebida.

7.5. Redes neurais artificiais

São dispositivos que simulam as redes neurais do cérebro humano. Elas têm a capacidade de aprendizado de máquina — acumular lições aprendidas a partir dos erros e acertos ocorridos — e reconhecimento de padrões — sejam estes sensoriais, visuais ou comportamentais.

Suas aplicações mais comuns são: reconhecimento automático de caracteres e alvos, robótica, sensoriamento remoto, processamento de voz, biometria e diagnóstico médico.

A tendência é que a inteligência artificial possa assumir muitas tarefas repetitivas da área administrativa das organizações, tornando desnecessários muitos postos de trabalho humano.

Enfim, todas as rotinas que puderem ser automatizadas, seguindo uma lógica específica, poderão ser assumidas pela inteligência artificial.

Obviamente que esse fato causa a extinção de diversos cargos empresariais, que hoje somente podem escalar com a contratação de mais e mais pessoas. Mas, que serão facilmente substituídos pela inteligência artificial, fazendo o papel de muitas pessoas simultaneamente.

A expectativa é de que os empregos do futuro surgirão ao longo do tempo e que o ensino convencional tenha que ser radicalmente reestruturado para fazer frente às novas tecnologias e capacitar os jovens para os novos desafios de mercado.

A mão de obra humana somente será necessária em atividades que as máquinas não possam realizar com a mesma competência ou até com maior precisão. Os profissionais terão que se capacitar a resolver problemas complexos e trabalhar em equipes multifuncionais.

O processo de automação de tarefas e rotinas desvinculou definitivamente o crescimento do emprego do crescimento da economia. Possibilitando que haja crescimento da economia enquanto ocorre a queda do nível de emprego e da renda de grande parte da sociedade.

O grande desafio do crescimento do uso da inteligência artificial é criar postos de trabalho em que as capacidades humanas sejam imprescindíveis e cria-los na mesma proporção em que outros postos são extintos.

8. Automação e indústria 4.0

A indústria 4.0 é composta de fábricas inteligentes, cujos processos produtivos englobam inovações tecnológicas como automação, robótica combinada com inteligência artificial, Big Data, internet das coisas e redes neurais para se tornarem cada vez mais autônomos, customizáveis e eficientes.

Processos como planejamento e controle de produção, prevenção e tratamento de falhas e adaptação aos requisitos e mudanças imprevistos na produção, será uma realidade irrefutável. Tudo isto valendo-se das tecnologias de primeira linha.

Nessas fábricas, diversos sensores e câmeras espalhados pelas dependências farão o papel dos supervisores, monitorando e rastreando todas as atividades realizadas.

E as máquinas serão comandadas por um sistema cyber-físico que avaliará os dados monitorados automaticamente e tomará decisões em tempo real. Pouca ou nenhuma intervenção humana ocorrerá na operação dessas máquinas.

Os objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas das fábricas terão conexão com a internet e sensores capazes de coletar dados de forma instantânea em toda essa rede de coisas — é a internet das coisas na prática do cotidiano produtivo.

Outra novidade na indústria 4.0 são os cobots — robôs colaborativos — que executam tarefas produtivas, lado a lado com colaboradores humanos, porém, com muito mais produtividade e acuracidade.

A demanda por cobots está tão aquecida no mercado norte-americano que já existe até empresa que faz a locação desses colaboradores cibernéticos e se responsabiliza pela programação, implantação e manutenção da máquina, deixando seus serviços inteiramente customizados à necessidade do locatário.

O cobot é tão bom que seu desempenho geral é monitorado online por conexão à computação em nuvem, o que facilita a detecção de falhas e a tomada de providências para corrigi-las. E o melhor, é possível gerar relatórios de acompanhamento da performance da máquina.

Existe toda uma sistemática de segurança para impedir que os cobots sejam sabotados ou que gerem riscos para os trabalhadores que exercem atividades em sua proximidade.

São estabelecidas regras de limitação de força e velocidade de execução das tarefas pela máquina e distância mínima de segurança entre a máquina e o ser humano.

No ambiente da fábrica todos os dispositivos são gerenciados por computador de forma autônoma e estão interligados e se comunicando uns com os outros (tecnologia machine to machine — M2M).

Para consolidação da indústria 4.0 os mecanismos de segurança da informação, contingenciamento de falhas de comunicação máquina-máquina ou erros de processamento, além da proteção à propriedade industrial e intelectual da organização, precisam ser aprimorados para evitar paradas e transtornos na produção, com consequente queda de produtividade. ​

Como vimos ao longo deste post, existem diversas tecnologias que individualmente ou combinadas estão permitindo a substituição de pessoas por mecanismos e/ou dispositivos de automação de processos.

Essa revolução tecnológica causa a redução drástica do nível de empregos, em uma taxa de velocidade muito maior do que os empregados precisam para adquirir novas habilidades que lhes permitam permanece relevantes para o mercado de trabalho.

O futuro do trabalho será, sem qualquer sombra de dúvida, dominado por máquinas capazes de reproduzir habilidades e atitudes do ser humano, com maior nível de qualidade e alta performance, a custo baixo e sem encargos trabalhistas.

Mas, para se adequar a esse futuro do trabalho, as empresas precisam vencer a resistência a mudanças, moldar suas culturas para a preservação da sustentabilidade e preparar suas equipes para conviver com as máquinas de maneira integrada, como uma equipe unida.

As novas tecnologias têm promovido mais e mais inovações disruptivas, que podem abalar os alicerces de empresas tradicionais que não estão automatizando seus processos e estão se tornando vulneráveis.

Toda organização precisa conhecer essas tendências e fazer as adequações necessárias para manter-se competitiva. Nesse contexto, os gestores e equipes de informática terão papel de destaque para o sucesso do negócio.

Agora que você conhece as principais tendências tecnológicas que vão revolucionar o mercado de trabalho, que tal manter-se bem informado assinando a nossa newsletter.

1 Comment

  1. Rosilene Oliveira da Silva Reply

    Não sei pra que tanto blá blá blá não explicou nada, por explicou nada já que que é oferta de trabalho não mostrou como se inscrever, só vi vocês se casarem

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