Não seria nenhum exagero cravar que cloud computing é a base da sobrevivência de qualquer negócio. Enquanto você só consegue assinar contratos dentro de sua imobiliária (porque eles estão armazenados em seus computadores), o seu concorrente fecha negócios a distância, dado que possui todos os arquivos alocados em nuvem e que conta com uma plataforma de assinatura eletrônica/digital.

Seu escritório de advocacia é mais lento que os seus pares no peticionamento/movimentação processual, uma vez que a maioria dos advogados já é provido, atualmente, com tecnologia mobile para visualizar, assinar e protocolar petições nos sistemas dos tribunais de justiça. Enquanto eles esbanjam agilidade e flexibilidade, o seu escritório, mais conservador, ainda se limita a guardar peças jurídicas nos computadores locais.

E o que dizer daquele escritório de engenharia/arquitetura cujos engenheiros têm dificuldade de fiscalizar o trabalho das equipes espalhadas nos canteiros de obras, uma vez que ainda monitoram as atividades de forma analógica (com pranchetas), enquanto outras empresas do setor já estão munidas de modernos sistemas instalados em tablets/smartphones, que fazem toda a gestão de insumos e controle de produtividade remotamente.

Tudo isso é possível graças a um fenômeno chamado cloud computing. Vamos entender agora a importância dessa tecnologia em sua empresa?

Cloud computing como pedra fundamental dos negócios digitais

Segundo um levantamento recente da Frost & Sullivan, os serviços em nuvem (pública ou privada) já são usados por 92% das companhias latino-americanas. Nada mais óbvio. Compartilhamento de arquivos, gestão de equipe de vendas externas a distância, uso de assinatura eletrônica, peticionamento online: não há como fazer nenhuma dessas coisas se você ainda salva arquivos localmente.

Manter a tramitação de documentos de forma local faz a sua organização se tornar engessada, muito mais lenta do que os seus concorrentes. Em um universo em que dados são o verdadeiro petróleo do século XXI, é preciso ter dinamismo e flexibilidade em sua companhia.

A informação deve circular com extrema rapidez; contratos devem ser assinados em qualquer lugar, em qualquer momento e simultaneamente, entre diversos interessados espalhados por qualquer região do Globo.

Videoconferências somente têm sentido quando todos possuem acesso aos mesmos dados a serem discutidos, o que exige disponibilização de arquivos em nuvem. Trabalho com Inteligência de Negócios impõe o processamento de centena de milhares de dados, algo impossível de ser feito localmente. Tudo isso tem por base o cloud computing.

Serviços em nuvem & segurança da informação

Imagine que todo o patrimônio informacional de uma empresa esteja armazenado in house. Em uma madrugada, um curto-circuito inicia um incêndio no escritório central da organização, danificando computadores e notebooks. Agora imagine uma outra situação, em que um funcionário mal-intencionado, resolva, antes de pedir demissão, acessar o computador da empresa e deletar dados sigilosos…e tem gente que ainda questiona se alocar arquivos em nuvem é seguro.

O armazenamento de dados em nuvem privada, por exemplo, é cercado de uma série de recursos de segurança em nível bancário, como criptografia, autenticação de dois fatores e realização de backups automáticos.

Existem inúmeras camadas de segurança para impedir acesso por pessoas não autorizadas, além de um complexo sistema de hierarquia de permissões (cada um tem acesso limitado de forma personalizada).

Os dados estão disponíveis, simultaneamente, em diversos pontos de acesso. Isso sem falar no rastreamento total de quem visualizou as informações em nuvem (data e horário, IP, etc.). Com todo esse oceano de proteções, não há dúvidas que, desde que escolhida uma solução de excelência na área, hospedar as suas informações em serviços de cloud computing pode ser muito mais seguro.

Cloud computing como ponto de partida para a Indústria 4.0

Já ouviu falar em termos como Indústria 4.0 ou 4ª Revolução Industrial? Pois bem, tão disruptivo quanto foi a chegada do tear mecânico (na 1ª Revolução Industrial), dos motores a combustão interna, na 2ª, bem como dos computadores e da microeletrônica, a partir dos anos 70, vem sendo a fusão de tecnologias físicas, digitais e biológicas que comandam fenômenos recentes como Big Data, Internet das Coisas (IoT) e nanotecnologia. Bem-vindo à era da Indústria 4.0, que tem como base, adivinha?

Drones, impressoras 3D e realidade virtual/aumentada apoiam-se na mobilidade e no potencial de captura e processamento de dados para transformar profundamente a forma como trabalhamos, nos relacionamos, consumimos e, é claro, produzimos. Toda essa revolução se tornou possível graças às inovações em dados móveis e cloud computing.

O que você acharia de ter uma fábrica autônoma, com sensores de microlocalização que pudessem informar minuciosamente a uma chave de torque, qual parafuso está preso em cada peça da linha de montagem (elevando a velocidade e a precisão da montagem)?

Ou, indo para o campo, consegue imaginar uma agroindústria totalmente digital, em que sensores (telemetria) são conectados a tratores, emitindo dados que são transferidos diretamente para um centro de controle da fazenda? Estas informações são agregadas juntamente com dados trazidos por câmeras e até por drones, levando Big Data a um patamar jamais pensado para a lavoura.

Com toda essa montanha de dados, torna-se possível otimizar o processo de plantio, a liberação de insumos de forma personalizada em cada hectare e a colheita no timing exato. Como dissemos, nada disso existiria sem o desenvolvimento dos serviços em cloud computing.

Perceba que a mobilidade traz muito mais do que o envio de e-mails a distância ou a visualização dos dados da empresa por smartphone. Trata-se do ponto de partida para uma mudança sem precedentes na forma com a qual fazemos negócios, produzimos e interagimos com nossos consumidores.

Adotando uma estratégia de cloud computing que minimize riscos e maximize resultados

Para implementar uma solução em cloud, a primeira coisa que precisa ficar clara é que existem 3 tipos de nuvem, a pública, a privada e a híbrida. Na primeira, os recursos (como servidores) são divididos com outros clientes, o que torna essa solução, ao mesmo tempo, mais barata e menos segura.

Já na nuvem privada, todos os serviços e infraestrutura são providos de forma exclusiva a cada cliente, aumentando consideravelmente o nível de segurança de dados, mas, por outro lado, elevando também os custos de aquisição.

Por fim, a nuvem híbrida é uma estratégia inteligente de conciliar os benefícios das nuvens pública e privada, equalizando os seus custos. Nesse modelo, a empresa utiliza os dois serviços, armazenando na nuvem pública os dados de menor importância, e na nuvem privada, tudo o que for crítico à organização.

Quais elementos devem ser considerados ao escolher um serviço de armazenamento em nuvem

Algumas características não devem escapar ao olhar do gestor na hora de optar por um serviço em cloud computing:

  • escalabilidade;
  • suporte 24 x 7;
  • capacidade de integração entre aplicações em nuvem e on-premise (internas);
  • atualizações de segurança permanentes (gestão de identidade);
  • contrato com o provedor de serviços, o qual assegure o cumprimento de SLAs em linha com as necessidades da empresa.

Agora que você já compreendeu a importância dos serviços de cloud computing no aperfeiçoamento dos processos em sua empresa, continue conosco e descubra agora tudo sobre nuvem híbrida: entenda como adotar a Cloud corporativa!

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